openapi.json, que por sua vez é exportado
diretamente do código que serve a API (workers/openapi.ts). Não é uma cópia
mantida à mão: o mesmo documento é servido ao vivo em
/api/openapi.json.
Leia por tag
platform
Platform API v1 —
/v1/*. Público, estável, somente leitura,
autenticado por Authorization: Bearer tryno_sk_…. É o contrato que
integrações devem usar.platform-admin
Plano de controle: criar/revogar chaves, registrar webhooks, ler o log de
entregas. Autenticado por sessão, e só para dono/administrador da tribo.
communities, feed, courses, payments, wallet…)
descrevem a API da aplicação: os endpoints que o app web da Tryno consome,
autenticados por cookie de sessão.
Autenticação nesta referência
O ícone de cadeado indica que o endpoint exige autenticação. Qual delas depende do esquema declarado:
Detalhes em Criar API key.
O que vale para toda a /v1
Precisão desta referência
Sendo transparente sobre a profundidade do documento: os caminhos, métodos, tags e esquemas de segurança são completos — cobrem toda rota montada emworkers/api.ts. Já os schemas de requisição e resposta são detalhados para
os endpoints de maior tráfego e para toda a /v1; em vários endpoints internos
o corpo aparece como objeto genérico (additionalProperties: true).
É um mapa completo da superfície, não um contrato estrito campo a campo. Para
/v1, que é a parte que terceiros consomem, os envelopes de lista, os escopos e
os erros estão descritos por inteiro.
